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	<title>Nutrisoy - Saúde e Energia</title>
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	<description>Nutrisoy. Para Quem Valoriza a Saúde.</description>
	<pubDate>Sun, 13 Mar 2011 14:59:48 +0000</pubDate>
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		<title>Isoflavonas de Soja na Nutrição Clínica</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 01:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nutrisoy</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>

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Isoflavonas de SojaDefinição:
As isoflavonas, substâncias presentes na soja, pertencem à família dos polifenóis, os quais possuem importantes atividades biológicas tais como: atividade antioxidante, como é o caso dos isoflavonóides, que apresentam estrutura semelhante ao estrógeno humano e sintético (12,13,14), atividade antifúngica (15), propriedades estrogênicas (16) e atividade anticancerígena (17,18,19).
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<td class="textopadrao">Isoflavonas de SojaDefinição:</p>
<p>As isoflavonas, substâncias presentes na soja, pertencem à família dos polifenóis, os quais possuem importantes atividades biológicas tais como: atividade antioxidante, como é o caso dos isoflavonóides, que apresentam estrutura semelhante ao estrógeno humano e sintético (12,13,14), atividade antifúngica (15), propriedades estrogênicas (16) e atividade anticancerígena (17,18,19).</p>
<p>Por apresentar atividade estrogênica, estas substâncias são comumente referidas como fitoestrógenos (20).</p>
<p>A soja possui três tipos de isoflavonas: agliconas, glicosídeos, acetilglicosídeos e malonilglicosídeos (21). As formas agliconas são as formas ativas do nosso corpo, ou seja, aquelas verdadeiramente absorvidas pelo nosso organismo (22,23,24).</p>
<p>A concentração de isoflavonas na soja e seus derivados pode variar muito, pois depende da variedade do grão, solo, clima, local onde foi cultivada e principalmente o tipo de processamento utilizado no preparo do alimento (11).</p>
<p>Absorção e Metabolismo:</p>
<p>As isoflavonas quando consumidas, são hidrolisadas no intestino delgado por beta-glicosidases intestinais, as quais liberam as agliconas biologicamente ativas. Estas são absorvidas ou fermentadas pela microflora intestinal, dando origem a seus metabólitos (daidzeína, genisteína e gliciteína).</p>
<p>As isoflavonas absorvidas são então transportadas para o fígado, onde são removidas da circulação sanguínea, retornando ao intestino pela via biliar, podendo ser excretada pelas fezes. Porém, u,a porcentagem consegue escapar e entrar na circulação periférica, alcançando os tecidos, sendo eliminadas pelos rins, de maneira similar aos estrógenos endógenos (25).</p>
<p>A biodisponibilidade das isoflavonas da soja é influenciada por um intestino saudável, com a microflora capaz de converter estas isoflavonas às suas formas ativas. Estudos mostram que a administração de antibióticos bloqueia seu metabolismo (26,27).</p>
<p>Mecanismo de Ação:</p>
<p>As isoflavonas da soja podem agir de três formas 28:</p>
<p> Ligam-se aos receptores de estrógeno, exercendo ação estrogênica ou antiestrogênica, dependendo do nível de hormônios sexuais. Estudos mostram que este efeito estrogênico apesar de fraco, pode exercer efeito agonístico e antagonístico sobre os estrogênios endógenos, porque competem pelos mesmos receptores. As isoflavonas têm portanto, efeito benéfico durante toda a vida reprodutiva da mulher e durante o climatério (29).</p>
<p>A atuação de fitoesteróis genisteína e daidzeína, sobre os receptores ß-estrogênicos presentes no fígado, têm como consequência uma melhora do perfil lipídico, justificada por um incremento do número de receptores hepáticos de colesterol LDL, o que favorece o catabolismo de colesterol.</p>
<p>Esta estimulação dos receptores ß-estrogênicos dá lugar a uma inibição de lipase hepática, implicada no metabolismo de colesterol HDL, ocasionando seu incremento (30).</p>
<p> Inibem a atividade de enzimas como a tiroxina proteína quinase, responsável pela indução tumoral promovida pela fosforilação dos oncogenes ente outras que controlam o crescimento e a regulação celular; e também aumentam a concentração do fator  de crescimento tumoral (TGF ), que atua na inibição do crescimento de células cancerosas (31,32).</p>
<p> Inibem a produção de oxigênio reativo, que está envolvido na formação de radicais livres, mostrando o efeito antioxidante das isoflavonas. Estudos mostram que como antioxidantes, têm a capacidade de neutralizar ou tornar mais lenta a taxa de oxidação do LDL – colesterol (33). A genisteína inibe também a agregação plaquetária e a migração e proliferação de células da musculatura lisa (34).</p>
<p>APLICAÇÕES CLÍNICAS DA ISOFLAVONA</p>
<p>Doenças cardiovasculares e hipercolesterolemia</p>
<p>Talvez este lado preventivo das isoflavonas tenha sido um dos mais discutido nos últimos, consolidando o termo Nutraceutical – alimento terapêutico. Com efeito, as evidências de que isoflavonas, em especial a genisteína da soja, reduz os níveis de colesterol total sanguíneo são tantas que tal efeito é atualmente informado ao consumidor, através dos rótulos dos alimentos, conforme autorização da FDA.</p>
<p>Em 1999, o FDA (Food and Drug Administration) autorizou o uso de alegação de saúde em alimentos contendo proteínas de soja, atestando o papel deste componente na redução do risco de doenças cardiovasculares.</p>
<p>O FDA concluiu que, alimentos contendo proteína de soja associados a uma dieta de baixo teor de gordura saturada, podem reduzir o risco de doença cardiovascular, pela diminuição dos níveis de colesterol. Para que possa ser mencionada a alegação de saúde no rótulo, os produtos devem conter no mínimo 6,25 g de proteína de soja por porção, o que representa ¼ dos 25 g/dia encontrados pelos pesquisadores, como tendo efeito saudável para o coração (10).</p>
<p>Muitos estudos apontam para conclusões que têm sido unânimes: as isoflavonas diminuem os níveis de colesterol total, diminuem a fração LDL a aumentam a fração HDL no sangue. São os efeitos esperados de uma droga ou nutriente para o tratamento das dislipidemias, especialmente nos indivíduos com história familiar.</p>
<p>Em 1995, Anderson e colaboradores (30) publicaram no New England Journal of Medicine uma meta análise correlacionando o consumo de soja e o risco reduzido para doenças cardiovasculares. Pela combinação dos resultados de 38 estudos clínicos que investigaram os efeitos da proteína de soja sobre os lipídios séricos, os pesquisadores concluíram que um mínimo de 25g de proteína de soja/ dia, reduz os níveis de colesterol total (9,3%), LDL-colesterol (12,9%) e triglicerídios (10,5%).</p>
<p>Teede et al (35) avaliaram em um estudo duplo-cego, a pressão sanguínea, a lipidemia e a função vascular e endotelial de 213 pessoas saudáveis, consumindo isolado protéico de soja ou placebo durante 3 meses. Nas pessoas que consumiram soja, o conteúdo de fitoestrógenos na urina aumentou e a pressão sanguínea reduziu significativamente.</p>
<p>A soja causou grande alterações também na lipidemia, com redução na taxa de colesterol e triglicérides. Porém estudos recentes mostram que apesar das isoflavonas apresentarem efeitos sobre a complacência arterial, elas não alteram a taxa de colesterol, a não ser que a ingestão venha acompanhada de proteínas da soja (36,37,38,39,40,41).</p>
<p>A redução do colesterol plasmático, quando se ingerem produtos de soja, está bem provada, mas, para se demonstrar a diminuição da incidência de doenças cardiovasculares ateroscleróticas, falatm ensaios clínicos convincentes (42).<br />
Dentre os mecanismos propostos , podemos relacionar alguns:</p>
<p>- Aminograma: a relação arginina/lisina, maior na soja em comparação com a caseína, promoveria alguma ação protetora e de menor incremento na aterosclerose (43)</p>
<p>- Fibras: O polissacarídeo de soja poderia, em grandes quantidades, estar relacionado com a hipocolesterolemia (44,45,46)</p>
<p>-Ácido Fítico: O acido fítico, encontrado na soja, promove quelação do ferro, cálcio, zinco e magnésio no trato gastro intestinal, diminuindo sua absorção Dietas com alta relação Zinco/Cobre estão relacionadas com hipercolesterolemia, deste modo, com a ação quelante do ácido fítico ocorreria déficit de Zinco e menor relação Zinco/Cobre (47)</p>
<p>-Saponinas: As saponinas atuam no incremento da eliminação de bile a nível intestinal (48,49)</p>
<p>-Inibidores da Tripsina: Os inibidores da tripsina, no caso especifico da soja, o chamado Inibidor de Bowman-Birk, estão relacionados com o incremento da função vesicular e deste modo, incremento na produção e eliminação da bile (50)</p>
<p>-Globulinas de soja: As globulinas poderiam estimular a captação de LDL-colesterol por receptores hepáticos (51)</p>
<p>-Isoflavonas: O grupo dos fitoquimicos possui compostos classificados como fitoestrógenos, nesses existem compostos como a genisteina, gliciteína e daidzeina, que possuem efeito estrogênico. Os efeitos relacionados a essa característica, mostram maior captação hepática do LDL-colesterol, incremento na elasticidade arterial e melhora do tonus vasomotor arterial (51,52,53).</p>
<p>Menopausa:</p>
<p>Os sintomas característicos da menopausa incluem ondas de calor, insônia, transpiração forte, dor de cabeça, mudança de humor, nervosismo, irritabilidade, depressão e dor vaginal, entre outros. Somente um terço das mulheres asiáticas apresentam este quadro devido ao alto consumo de produtos de soja (1).</p>
<p>Pesquisadores da Califórnia acabam de publicar um trabalho, no qual mostraram que a ingestão de 25 g de soja por dia, contendo 107 mg de isoflavonas tem resultados benéficos sobre o tônus vasomotor, independentes de ações antioxidantes e de diminuição de lípides plasmáticos.</p>
<p>O estudo foi realizado com 28 mulheres pós-menopausadas saudáveis com índice de massa corpórea (IMC) &lt; 30 e que não usaram terapia de reposição hormonal nos últimos seis meses. Os autores puderam concluir que o suplemento fornecido auxiliou na manutenção de reatividade vascular em mulheres após a menopausa (54).</p>
<p>Estudos mostram que a ingestão diária de 45 mg de isoflavonas modifica as características do ciclo menstrual, prolongando sua duração. Os estudos lembram que os ciclos longos estão relacionados a um baixo risco para câncer de mama e esse efeito não ocorre quando se ingere alimento a base de soja sem isoflavonas (55).</p>
<p>Brzezinski e cols (56) realizaram um estudo com 145 mulheres pós-menopausadas, recebendo dieta rica em fitoestrógenos (mais de 60mg isoflavonas/dia), mostrando redução dos sintomas da menopausa em 50%, dos fogachos em 54% e da secura vaginal em 60%.</p>
<p>Em outros dois estudos com mulheres na menopausa, os resultados foram positivos havendo alívio dos sintomas vasomotores, diminuição da incidência e severidade das ondas de calor (57, 58).</p>
<p>Na Espanha um estudo multicêntrico, com 190 mulheres menopausadas, também observou uma diminuição significativa dos sintomas, principalmente em relação as ondas de calor (59).</p>
<p>Osteoporose:</p>
<p>Osteoporose vem do latim e significa “osso poroso”. É uma doença esquelética sistêmica caracterizada pela redução de massa óssea e deterioração do tecido ósseo, levando à sua conseqüente fragilidade e maior susceptibilidade a fraturas (60).</p>
<p>É uma doença de caráter multifatorial: hereditariedade, atividade física, estado hormonal, tabagismo, uso de medicamentos, consumo de álccol e fatores nutricionais são determinantes para o seu desenvolvimento (61).</p>
<p>A doença atinge principalmente as mulheres devido à cessação da função ovariana e perda de efeito protetor do estrogênio (60). Cerca de 30% das mulheres e 16% dos homens acima de 50 anos apresentam fraturas osteoporóticas (62,63). A perda de massa óssea esperada durante a menopausa é de 15% (64).</p>
<p>Alguns estudos experimentais sugerem que a isoflavona pode contribuir para a saúde óssea devido à sua semelhança química com a ipriflavona, substância que mostrou aumentar a massa óssea em mulheres na menopausa.</p>
<p>Atualmente, vários trabalhos têm demonstrado que a ipriflavona, além de inibir a perda dos ossos, pode estimular diretamente na sua nova formação (65). A ipriflavona é um isoflavonóide semi-sintético estruturalmente similar aos isoflavonóides da soja - compostos que podem ser responsáveis pelo aumento da densidade óssea em mulheres que estão na pós-menopausa.</p>
<p>Alguns estudos italianos (66,67,68) mostraram que 200mg de ipriflavona três vezes ao dia, com ou sem a suplementação de cálcio, reduz a perda óssea na pós-menopausa.</p>
<p>Estudos mostram que a soja, além do efeito estrogênico, pode atuar de outra maneira, exercendo um efeito calciúrico, sendo mais intenso quando a ingestão excede a necessidade. A calciúria é muito menor quando se inger a proteína da soja, provavelmente devido ao baixo conteúdo de aminoácidos sulfurados presentes (69, 70).</p>
<p>Abaixo segue um quadro com alguns tipos de alimentos e a quantidade de isoflavonas. Os dados relativos aos benefícios no uso da ipriflavona carecem de maiores validações científicas e comprovações clínicas.</p>
<p>Na verdade, é muito mais fácil prevenir a osteoporose do que tratá-la. Como se sabe, os níveis de estrogênio caem acentuadamente após a menopausa, aumentando o risco da mulher ter osteoporose.</p>
<p>Câncer:</p>
<p>Estudos “in vitro” demonstram que a genisteína inibe o crescimento de uma ampla variedade de células neoplásicas, incluindo células de mama, células de cólon e células da pele, além de inibir a atividade metastática de células de câncer de próstata (11).</p>
<p>Algumas isoflavonas, com genisteína (forma aglicona) têm grande poder de controle de células cancerosas. Genisteína também inibiu o crescimento de células tumorais da próstata humana quando comparada à sua forma glicolisada (71).</p>
<p>Diabetes:</p>
<p>A soja também tem demonstrado exercer papel protetor no controle das alterações metabólicas do diabetes. A fibra alimentar dos grãos da soja tem reduzido os níveis plasmáticos de glicose em indivíduos diabéticos tipo II (44,72,73).</p>
<p>Librenti M.C (44), estudou o efeito de glicose sanguínea e insulina na ingestão pré-prandial de fibras de soja e mostrou bons resultados na curva glicêmica obtida.</p>
<p>Além da eficácia da fibra da soja na manutenção dos níveis plasmáticos de glicose em diabéticos, a adição dessa fibra parece diminuir o aumento das taxas de glucagon pós-prandial e polipeptídeos pancreáticos, enquanto aumenta os níveis de somatostatina (44).</p>
<p>As proteínas da soja ao atingirem os rins aumentam a formação de óxido nítrico nas células endoteliais da arteríola eferente, ocorrendo vaso-dilatação local, com queda na pressão intra-glomerular e menor lesão das estruturas de filtração.</p>
<p>Assim, dá-se acentuada queda da microalbuminúria e da proteinúria, com redução do risco de complicações e diminuição na velocidade de progressão da lesão renal. Isto é vital nestes pacientes, onde a insuficiência renal crônica é sempre uma complicação inexorável.</p>
<p>Evidências de que os fitoestrógenos da dieta têm um papel benéfico na obesidade e diabetes estão emergindo. Estudos de intervenção nutricional, realizados em animais e humanos sugerem que a ingestão de proteína da soja associada às isoflavonas, melhoram o controle da glicose e a resistência à insulina.</p>
<p>Em experimentos com animais em relação à obesidade e diabetes, a proteína de soja tem demonstrado reduzir a insulina sérica e a resistência à insulina. Em estudos com humanos com ou sem diabetes, a proteína de soja também parece moderar a hiperglicemia e reduzir o peso corporal, a hiperlipidemia e a hiperinsulinemia, respaldando seus efeitos benéficos na obesidade e diabetes.</p>
<p>Contudo a maior parte desses estudos clínicos eram relativamente pequenos, e envolviam um reduzido número de pacientes. Além disso, não está claro se os efeitos benéficos da proteína de soja são devido às isoflavonas ou algum outro componente (74).</p>
<p>Na realidade portanto, as fibras da soja auxiliam na prevenção e no controle do quadro de dislipidemia que é muito comum no diabético, e assim diminui o risco de doenças cardiovasculares, além de facilitar o controle da obesidade e controlar a obstipação intestinal.</p>
<p>Doença Renal Crônica:</p>
<p>Existem evidências crescentes que os fitoestrógenos da dieta possuem um papel benéfico nas doenças renais crônicas. Estudos de intervenção nutricional tem mostrado que o consumo de proteína de soja, reduz a proteinúria e atenua a função renal.</p>
<p>Não esta claro quais componentes da soja são responsáveis pelos efeitos protetores observados. A ação biológica das isoflavonas têm sido bem definida em diferentes tipos de células, tanto in vitro como in vivo, mas o mecanismo pelo qual estes compostos podem reduzir os danos renais, precisam ser elucidados.</p>
<p>Mecanismos possíveis incluem a inibição do crescimento e proliferação celular via mecanismos mediados pelos receptores de estrógeno ou por caminhos mediados por não receptores envolvendo a inibição da proteína quinase, modulação dos fatores de crescimento envolvidos na síntese da matriz extracelular e fibrogênese, inibição da ativação citocínica dos fatores de transcrição, inibição da angiogênese, ação antioxidante, supressão do fator de ativação e agregação plaquetária e atividade imunomoduladora (75).</p>
<p>DOSE RECOMENDADA</p>
<p>As quantidades benéficas das isoflavonas não são, ainda, bem estabelecidas, porém diversos estudos indicam os teores de 45 a 55 mg/dia (76).</p>
<p>A dose e a duração de consumo são os principais fatores que influenciam nos resultados clínicos e biológicos das dietas ricas em fitoestrógenos.</p>
<p>Atualmente, de acordo com a orientações do FDA, 40-60mg de isoflavonas/dia na forma de aglicona é recomendado para se obter os benefícios e essa quantidade diária é recomendada com base no consumo estimado de soja dos povos asiáticos, embora existam dados mostrando que o consumo de isoflavonas pelos orientais pode chegar a mais de 100mg/dia (10).</p>
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<p>voltar</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><em><span><span class="textopadrao" style="font-size: x-small;">Fonte:</span></span> <span class="texto">Anna Christina Castilho - Metabolismo e Nutrição - Especialista em Nutrição Clínica - Pós-Graduanda em Fisiologia do Exercício pela UNIFESP/EPM</span> </em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Soja reduz níveis de insulina e colesterol em diabéticas</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 00:36:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nutrisoy</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>

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Terça-Feira, 1 de Outubro, 09:20 PM
Por Suzanne Rostler
NOVA YORK (Reuters Health) - Mulheres mais velhas afetadas pela diabete tipo 2 que consomem suplementos de soja diariamente apresentam melhora nos níveis de colesterol e insulina, segundo resultados preliminares de um estudo.
As voluntárias utilizaram os suplementos por apenas 12 semanas, mas os resultados sugerem que a soja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="100%">
<tbody>
<tr valign="top">
<td class="textopadrao">Terça-Feira, 1 de Outubro, 09:20 PM</p>
<p>Por Suzanne Rostler</p>
<p>NOVA YORK (Reuters Health) - Mulheres mais velhas afetadas pela diabete tipo 2 que consomem suplementos de soja diariamente apresentam melhora nos níveis de colesterol e insulina, segundo resultados preliminares de um estudo.</p>
<p>As voluntárias utilizaram os suplementos por apenas 12 semanas, mas os resultados sugerem que a soja poderia reduzir o risco de doenças cardiovasculares, como enfarte e derrame, em grupos que já passaram pela menopausa. Não houve efeitos colaterais associados ao consumo dos suplementos, informaram os pesquisadores na edição de outubro do Diabetes Care.</p>
<p>Embora sejam necessários estudos mais aprofundados e prolongados, os resultados oferecem alguma esperança para mulheres afetadas pela diabete tipo 2 e que já passaram pela menopausa. Nesse grupo, as chances de morrer em consequência de doenças cardíacas é mais de quatro vezes superior às registradas em mulheres saudáveis.</p>
<p>Estudos divulgados recentemente demonstraram que os riscos a longo prazo da terapia de reposição hormonal (TRH) superam os benefícios em mulheres que passaram pela menopausa e deixaram muitas sem saber onde procurar ajuda.</p>
<p>Para mulheres diabéticas, os resultados da reposição hormonal foram ainda mais decepcionantes, disse à Reuters Health o coordenador da pesquisa, Vijay Jayagopal, pesquisador do Hospital Real de Hull, em Hull, no Reino Unido. A diabete tipo 2, forma mais comum da doença, geralmente ocorre na fase adulta e está associada à obesidade.</p>
<p>&#8220;O fato de a TRH ter caído em desgraça torna mais importante priorizar alternativas. O uso da soja e derivados exigem avaliação mais urgente&#8221;, disse Jayagopal. Entretanto ainda é muito cedo para fazer qualquer tipo de recomendação, já que não ficou clara a quantidade de soja necessária para oferecer proteção cardiovascular e qual seria a forma mais eficaz de consumo.</p>
<p>Para avaliar a interferência da proteína da soja e das isoflavonas sobre o nível sanguíneo de glicose (açúcar), e outros indicadores de risco para doença cardíaca, os pesquisadores dividiram em dois um grupo de 32 mulheres que já havia passado da menopausa e sofria de diabete tipo 2. Um dos grupos consumiu suplemento de soja e o outro tomou placebo (pílulas inócuas) durante 12 semanas.</p>
<p>A dose de isoflavonas &#8212; antioxidante presente na soja &#8212; foi maior que a quantidade consumida em países asiáticos, onde as taxas de doenças cardíacas são menores e a soja é a base da dieta.</p>
<p>Após duas semanas em que todas as mulheres se alimentaram normalmente, as voluntárias trocaram de tratamento pelas 12 semanas seguintes.</p>
<p>As mulheres usaram um suplemento diário com 30 gramas de proteína de soja mais 132 miligramas de isoflavonas.</p>
<p>O consumo do suplemento de soja foi relacionado a uma redução de 8 por cento no nível de insulina em jejum e uma melhora no controle a longo prazo da glicose sanguínea, provavelmente devido a seus efeitos sobre o colesterol total e sobre LDL (colesterol &#8220;ruim&#8221;), concluiu a equipe. O colesterol total caiu cerca de 4 por cento e o LDL caiu 7 por cento 12 semanas após o uso diário de suplemento de soja.</p>
<p>Níveis elevados crônicos de insulina, hormônio fundamental para a regulação do açúcar sanguíneo, aumentam o risco de doença cardíaca e ampliam o efeito da diabete.</p>
<p>Não houve efeito sobre o peso, pressão sanguínea, colesterol HDL (&#8221;bom&#8221;) e triglicerídeos &#8212; tipo de gordura sanguínea associada à doença cardíaca. Da mesma forma, o suplemento de soja pareceu não influenciar os níveis de hormônios como estrogênio ou testosterona.</p>
<p>&#8220;Os resultados do nosso estudo são uma primeira e estimulante fase na tentativa de obter resposta para algumas questões e oferecem esperança para muitas mulheres que passaram pela menopausa, estão sob risco de desenvolver doença cardiovascular e, atualmente, têm poucas opções de tratamento&#8221;, disse Jayagopal.</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><em><span><span class="textopadrao" style="font-size: x-small;">Fonte:</span></span> <span class="texto">Diabetes Care 2002;25:1709-1714</span></em></td>
</tr>
</tbody>
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		<title>Soja reduz risco de câncer de próstata e calvície</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 00:17:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nutrisoy</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>

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O grande benefício no consumo da soja está relacionado à presença de uma molécula chamada equol, presente no alimento.
Esta substância funciona como um inibidor natural da produção do hormônio masculino DHT [dihydrotestosterone], responsável pelo crescimento da próstata e queda de cabelos nos homens.
Segundo o estudo, este dado justificaria o índice bem menor de japoneses que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="100%">
<tbody>
<tr valign="top">
<td class="textopadrao">O grande benefício no consumo da soja está relacionado à presença de uma molécula chamada equol, presente no alimento.</p>
<p>Esta substância funciona como um inibidor natural da produção do hormônio masculino DHT [dihydrotestosterone], responsável pelo crescimento da próstata e queda de cabelos nos homens.</p>
<p>Segundo o estudo, este dado justificaria o índice bem menor de japoneses que desenvolvem estas duas doenças, já que no Japão o consumo de soja é muito mais disseminado do que no ocidente.</p>
<p>Esta molécula é muito importante porque inibe a produção do DHT, o principal hormônio responsável pelo câncer de próstata&#8217;, diz Keneth Setchell, diretor da Clínica de Espectrometria de massa no Hospital de Cincinatti que foi o primeiro a identificar a molécula equol em humanos há 20 anos.</p>
<p>Atualmente, o mercado dispõe de algumas drogas que inibem a produção de determinadas enzimas responsáveis pela conversão da testosterona em DHT, inibindo a produção deste hormônio.</p>
<p>Estes medicamentos, porém, apresentam efeitos colaterais e diminuem a produção de outras substâncias necessárias ao corpo.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, a grande vantagem do equol está exatamente em sua propriedade de bloquear a ação do DHT sem inibir sua produção.</p>
<p>Por tornar o DHT inativo, o equol permite que o paciente receba as ações benéficas do andrógeno&#8217;, explica Robert J. Handa, um dos autores do estudo e professor do departamento de ciências biomédicas da Faculdade de Medicina Veterinária do Colorado.</p>
<p>Até o momento, os pesquisadores têm estabelecido o papel do DHT no crescimento de órgãos reprodutores masculinos e, devido aos efeitos comprovadamente benéficos deste hormônio na pele, iniciarão os estudos para determinar a relação do uso do equol em tratamentos de queda de cabelo.</p>
<p>A descoberta foi patenteada e a equipe de cientistas espera criar fórmulas para desenvolver uma nova droga que deverá ser comercializada no mercado.</p>
<p>Com informações do Hospital para crianças de Cincinnati -<br />
Visite: http://www.cincinnatichildrens.org/default.htm</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><em><span><span class="textopadrao" style="font-size: x-small;">Fonte:</span></span> <span class="texto">www.olvebra.com.br</span></em></td>
</tr>
</tbody>
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		<title>Pesquisa Verifica Benefícios da Soja para a Saúde da Mulher</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 00:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nutrisoy</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>

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O consumo diário de grãos de soja pode reduzir a pressão arterial e as ondas de calor da menopausa, anunciaram pesquisadores nos Estados Unidos.
Entretanto, a principal autora do estudo, a Dra. Francine Welty, especialista em cardiologia preventiva, afirmou que as descobertas devem ser confirmadas com um número maior de mulheres por um período de tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="100%">
<tbody>
<tr valign="top">
<td class="textopadrao">O consumo diário de grãos de soja pode reduzir a pressão arterial e as ondas de calor da menopausa, anunciaram pesquisadores nos Estados Unidos.</p>
<p>Entretanto, a principal autora do estudo, a Dra. Francine Welty, especialista em cardiologia preventiva, afirmou que as descobertas devem ser confirmadas com um número maior de mulheres por um período de tempo maior do que aconteceu com o estudo em questão.</p>
<p>A Dra. Welty acompanhou 61 mulheres na pós-menopausa - 12 delas hipertensas e 49 com pressão normal - que serviram como seu grupo de controle ao deixarem de consumir soja por oito semanas.</p>
<p>Depois, elas passaram a receber uma porção diária de meia xícara de grãos de soja torrados e desidratados, com pouco sal, durante oito semanas.</p>
<p>As mulheres receberam instruções para comer os grãos ao longo do dia - alguns no café da manhã, alguns no almoço, outros no jantar e mais um pouco antes de irem dormir. A idade média das participantes era de 53 anos - para aquelas com pressão arterial normal - e de 58 anos - para as hipertensas.</p>
<p>A Dra. Welty disse que a queda na pressão arterial sistólica foi uma descoberta surpreendente. E afirmou que parecia que mesmo as mulheres com pressão normal podem se beneficiar de uma porção diária de grãos de soja.</p>
<p>Segundo a pesquisadora, a ingestão de grãos de soja ao longo do dia ajudou a reduzir as ondas de calor porque o nível de soja no corpo das mulheres foi mantido. Ela disse que isso pode ter ajudado a reduzir também a pressão arterial.</p>
<p>As descobertas foram apresentadas na semana passada, na Reunião Científica da Associação Americana do Coração.</p>
<p>A especialista disse à CNN que as mulheres analisadas no estudo também tiveram em média 54 por cento de redução nas ondas de calor.</p>
<p>Essa queda é significativa, segundo ela, porque &#8220;as mulheres reabsorvem a soja em níveis diferentes&#8221; - isso embora algumas mulheres tenham tido uma redução de 20 por cento nas ondas de calor, enquanto outras tiveram até 80 por cento a menos.</p>
<p>As participantes do estudo fizeram registros diários e responderam a 37 perguntas sobre distúrbios do sono, atividade sexual e alterações de humor, entre outras coisas. A Dra. Welty disse suspeitar que outras melhorias serão vistas em análises futuras.</p>
<p>Primeiro estudo da soja não processada</p>
<p>A Dra. Welty disse que este é o primeiro teste a usar a soja não processada. Outros estudos sobre a soja sempre envolveram o produto processado.</p>
<p>Segundo a cardiologista, alguma coisa pode ter se perdido durante o processamento que causaria o resultado visto no estudo atual e que não foi observado nos outros.</p>
<p>Ela explicou que muitas das mulheres continuaram a ingerir grãos de soja depois do término do estudo, dizendo que se sentiram &#8220;muito melhor&#8221;, mas acrescentou que é muito cedo para recomendar o consumo diário de grãos de soja para confirmar as descobertas.</p>
<p>Também são necessárias outras pesquisas com homens para verificar se eles também podem obter benefícios semelhantes para sua pressão arterial.</p>
<p>Quando o estudo começou, os pesquisadores observaram mudanças nos lipídios, pressão arterial, ossos e sintomas da menopausa. Eles vão continuar procurando estas mudanças conforme o estudo prosseguir.</p>
<p>O estudo foi custeado pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos. Os grãos de soja foram doados pela Geni Soy.</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><em><span><span class="textopadrao" style="font-size: x-small;">Fonte:</span></span> <span class="texto">www.olvebra.com.br</span></em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Proteína da Soja e Isoflavonas nas Doenças Coronarianas</title>
		<link>http://www.nutrisoy.com.br/site/?p=292</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 00:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nutrisoy</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>

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Seus efeitos na diminuição do LDL e
elevação do HDL.
O Food and Drug Administration (FDA) recentemente aprovou o “health claim” da proteína de soja, ressaltando que quando incluída à dieta pobre em colesterol e lipídios pode diminuir os níveis plasmáticos de colesterol total (AMERICAN HEART ASSOCIATION, 1999)
A fim de atender aos efeitos benéficos da soja, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="100%">
<tbody>
<tr valign="top">
<td class="textopadrao">Seus efeitos na diminuição do LDL e<br />
elevação do HDL.</p>
<p>O Food and Drug Administration (FDA) recentemente aprovou o “health claim” da proteína de soja, ressaltando que quando incluída à dieta pobre em colesterol e lipídios pode diminuir os níveis plasmáticos de colesterol total (AMERICAN HEART ASSOCIATION, 1999)</p>
<p>A fim de atender aos efeitos benéficos da soja, o produto a ser consumido deve conter 6,25 gramas de proteína de soja ou mais, ser pobre em ácido graxos saturados (&lt;1 grama) e pobre em colesterol (&lt;20 mg).</p>
<p>Uma meta-análise dos efeitos da ingestão da proteína de soja nos níveis sanguíneos, publicada em 1995 no New England Journal Medicine, foi o primeiro passo de um longo processo que resultou na declaração do FDA que incorpora a proteína de soja na dieta diária na luta contra as doenças cardiovasculares.</p>
<p>Os 38 estudos com a proteína de soja demonstraram reduções significativas nos níveis plasmáticas de colesterol total e LDL colesterol (ANDERSON et al. 1995).</p>
<p>Em 34 dos 38 estudos avaliados, as concentrações plasmáticas de colesterol reduziram em 9,3% com uma ingestão média de 47g de proteína de soja/dia.</p>
<p>A ingestão da proteína de soja tem demonstrado:</p>
<p>Aumentar: o HMG CoA (3-hidroxi-3metilglutaril coenzima A) – enzima reguladora do metabolismo do colesterol no fígado; a remoção do LDL colesterol e do VLDL colesterol; atividade dos receptores de apolipoproteína B e E; e Diminuir a atividade da enzima 7 a - hidroxilase colesterol. Todo esses efeitos benéficos são devidos às seguintes propriedades da soja:</p>
<p>Boa concentração de fibras, níveis reduzidos de gordura saturada, ausência de colesterol;<br />
Menor relação dos aminoácidos lisinalarginina, que têm função de diminuir a secreção de insulina e aumentar e de glucagon, que por sua vez está associado com a diminuição dos riscos de doenças cardiovasculares pelo estímulo da lipogênese;<br />
Alta concentração de saponinas que leva o fígado a aumentar os receptores do LDL colesterol, causando a queda do colesterol sangüíneo total e aumentado a nova síntese de colesterol para prevenir sua deficiência.</p>
<p>O turnover do colesterol resulta em um steady state entre o aumenta da síntese de colesterol no fígado e sua excreção fecal via ácido biliares; e<br />
Presença das isoflavonas segundo texto abaixo.</p>
<p>ISOFLAVONAS DA SOJA X LIPÍDIOS SANGÜÍNEOS</p>
<p>As isoflavonas são fitoquímicos que possuem ação de fitoestrógenos. Os fitoestrógenos são um extenso grupo de compostos derivados de plantas de estruturas não esteróide, que pode ter ação estrogênio-símile. As maiores classes de fitoestrógenos de atual interesse para as perspectivas nutricionais são as lignanas e as isoflavonas. A soja é maior fonte de isoflavona (daidzina e genisteína).</p>
<p>Segundo THAM et al., (1998) a genisteína tem demonstrado:</p>
<p>Interferir na ativação e acúmulo das plaquetas;<br />
Reduzir a produção dos fatores de crescimento derivados das plaquetas, os quais parecem exercer importante função na proliferação das células musculares lisas na placa aterosclerótica;<br />
Inibir a ação da trombina, uma enzima que converte o fibrogênio em fibrina para formar o coágulo sangüíneo. Esses efeitos são provavelmente mediados pela inibição da tirosina-quinase.</p>
<p>A modificação oxidativa do LDL colesterol é um importante mecanismo na aterosclerose. As prioridades antioxidantes das isoflavonas podem reduzir a peroxidação lipídica (WEI et al., 1995). Altas concentrações de antioxidantes no sangue estão associadas com a diminuição do risco de doença cardiovascular.</p>
<p>ISOFLAVONA DA SOJA &amp; AUMENTO DO HDL</p>
<p>Além dos efeitos hipocolesterolêmicos da soja, estudos já demonstram seus efeitos na elevação do HDL colesterol.</p>
<p>ANTHONY et al., (1996) verificaram os efeitos de três tipos de dietas nos níveis de lipídios sangüíneos de macacos. Os grupos foram alimentados com uma dieta rica em caseína, uma dieta rica em soja com isoflavonas e uma dieta rica em soja sem isoflavonas.</p>
<p>Os níveis de VLDL colesterol e LDL colesterol foram maiores no grupo que ingeriu a dieta rica em caseína e significativamente menores no grupo que ingeriu a dieta rica em soja com isoflavona.</p>
<p>OS níveis de HDL colesterol foram menores na dieta rica em caseína e significativamente maiores no grupo que ingeriu a dieta rica em soja com isoflavonas (gráfico 1)</p>
<p>Honoré et al. (1995) verificaram os efeitos de dietas ricas em soja com ou sem isoflavonas. O estudo demonstrou que a dieta com soja rica em isoflavonas melhorou a resposta de dilatação das artérias e reduziu a produção dos fatores de crescimento derivados das plaquetas.</p>
<p>Os efeitos da proteína de soja (40g/d) contendo concentrações moderadas e altas de isoflavonas foram verificadas nos níveis plasmáticos de lipídios e receptores de LDL colesterol em 66 mulheres na pós-menopausa e hipercolesterolêmicas durante 6 meses.</p>
<p>Depois de um período de controle de 14 dias, durante os quais os indivíduos seguiram a dieta (pobre em gordura e colesterol) do National Cholesterol Education Program Step I, os indivíduos foram divididos em três grupos:</p>
<p>Grupo A – dieta Step I + 40 g/d de proteína (caseína e leite sem gordura),<br />
Grupo B – dieta Step I + 40 g/dia de proteína de soja isolada (contendo 1,39 mg/d de isoflavonas), Grupo C – dieta Step I + 40 g/dia de proteína de soja isolada (contendo 2,25 mg/d de isoflavonas).</p>
<p>Os resultados demonstraram um aumento nos níveis de HDL colesterol, tanto no grupo B como no C (p&lt;0,05), o que contribui para a diminuição do risco cardiovascular nessa população (POTTER et al., 1998).</p>
<p>NILAUSEN &amp; MEINERTZ (1999) avaliando indivíduos normolipidêmicos observaram a manutenção dos níveis de LDL colesterol e TG (triglicerídeos) e um aumento significativo de 11% nos níveis de HDL colesterol após 30 dias de ingestão de uma dieta com soja em relação à com caseína.</p>
<p>A introdução da proteína de soja na dieta dos ocidentais, sem dúvida, contribuirá na prevenção e tratamento das doenças cardiovasculares.</p>
<p>Referências Bibliográficas</p>
<p>AMERICAN HEART ASSOCIATION. Heart and stroke statistical update. American Heart Association Dallas, 1999.<br />
ANDERSON JW, JOHNSTONE BM &amp; COOK-NEWELL ME. Meta-analysis of the effects of soy protein intake on serum lipids. New Engl. J. Med., 333:276-282, 1995<br />
THAM, DM; GARDNER, C.D &amp; HASKELL, W.L. Potenteial health benefits of dietary phytoestrogens: A review of the clinical, epidemiological, and mechanistic evidence J. Clin. Endocrinol Metab 83:2223-2235, 1998.<br />
WEI H, BOWEN R, CAI Q, BARNES S &amp; WANG Y. Antioxidant and antipromotional effects of the soybean isoflavone genistein. Proc. Soc. Exp. Biol. Med., 208:124-130, 1995.<br />
ANTHONY MS, CLARKSON TB &amp; BULLOCK BC. Soy protein versus soy phytoestrogens (isoflavones) in the prevention of coronary artery atherosclerosis of cynomolgus monkeys. Circulation, 94: abstract, 1996.<br />
HONORÉ EK, WILLIAMS JK &amp; ANTHONY MS. Enhancement of coronary vasodilation by soy phytoestrogens and genistein. Circulation, 92: abstract 349, 1995.<br />
POTTER SM, BAUM JA, TENG H, STILLMAN RJ, SHAY NF, ERDMAN JW. Soy Protein and isoflavones: their effects on blood lipids and bone density in postmenopausal women. Am J. Clin. Nutr., 68 (suppl): 1375S-1379S, 1998.<br />
NILAUSEN K &amp; MEINERTZH. Lipoprotein (a) and dietary proteins: casein lowers lipoprotein (a) concentrations as compared with soy protein. Am. J. Clin. Nutr., 69: 419-425, 1999.<br />
DWYER JT, GOLDIN BR, SAUL N, GUALTIERI L, BARAKAT S, ADLERCREUTZ H. Tofu and soy drinks contain phytoestrogens. J. Am. Diet Assoc., 94:739-743, 1994.</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><em><span><span class="textopadrao" style="font-size: x-small;">Fonte:</span></span> <span class="texto">www.eniofranca.com.br</span></em></td>
</tr>
</tbody>
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		<title>Benefícios da Soja - Proteína de Soja</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 00:06:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nutrisoy</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>

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		<description><![CDATA[


Qualidade da Proteína, pesquisada desde 1967: A proteína de soja é uma proteína de alta qualidade, completa e de base vegetal, com qualidade protéica igual à da carne, leite e ovos.
Na verdade, a proteína de soja tem a pontuação PDCAAS mais alta possível para uma proteína (1,0), sendo essa pontuação uma medida da sua digestibilidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="100%">
<tbody>
<tr valign="top">
<td class="textopadrao">Qualidade da Proteína, pesquisada desde 1967: A proteína de soja é uma proteína de alta qualidade, completa e de base vegetal, com qualidade protéica igual à da carne, leite e ovos.</p>
<p>Na verdade, a proteína de soja tem a pontuação PDCAAS mais alta possível para uma proteína (1,0), sendo essa pontuação uma medida da sua digestibilidade e disponibilidade de aminoácidos essenciais.</p>
<p>Doenças Cardíacas, pesquisadas desde 1977: Os resultados de uma meta-análise de 38 estudos clínicos concluíram que o consumo da proteína de soja pode baixar o colesterol sangüíneo total e o colesterol LDL em comparação com o consumo de proteínas animais.</p>
<p>A redução do colesterol sangüíneo LDL (“mau”) ajuda a reduzir o risco de doença cardíaca coronariana. Além disso, a proteína de soja pode ter um impacto no aumento do colesterol HDL (“bom”).</p>
<p>A Associação Cardíaca Americana recomenda o consumo de proteína de soja (com isoflavonas naturalmente presentes) como parte de uma dieta saudável para o coração, para pessoas com colesterol total e LDL elevado.</p>
<p>O Efeito Antioxidante da Proteína de Soja: O colesterol LDL oxidado é prejudicial às artérias. No entanto, pesquisas preliminares de laboratório sugerem que a isoflavona genisteina, um componente importante da proteína de soja, inibe a oxidação do colesterol LDL, levando à melhoria da saúde.</p>
<p>Coagulação do Sangue: Coágulos sangüíneos são freqüentemente responsáveis pelo bloqueio completo de uma artéria já estreitada pela arteriosclerose. Porém, estudos de laboratório sugerem que as isoflavonas de soja, especialmente a genisteina, têm um efeito benéfico contra a formação de coágulos.</p>
<p>Pressão Sangüínea: A pressão sangüínea alta, descontrolada, pode causar derrame, ataque cardíaco, disfunção cardíaca ou disfunção renal.</p>
<p>As evidências recentes, porém, sugerem que o consumo de proteína de soja pode estar ligado à redução da pressão sangüínea. Os pesquisadores continuam a examinar o efeito da proteína de soja sobre a pressão sangüínea.</p>
<p>Nutrição para Atletas, Pesquisada desde 1988: Para indivíduos que fazem exercícios físicos, treinamento e musculação, a proteína de soja pode ser usada como uma fonte de proteína de alta qualidade para ajudar a atender à necessidade aumentada de proteínas durante a musculação, fornecendo os aminoácidos essenciais necessários para o desenvolvimento físico e muscular.</p>
<p>O exercício é saudável, mas cria um stress oxidante que pode contribuir para as dores e inflamação dos músculos e a formação de radicais livres. As pesquisas mostram que a proteína de soja pode acelerar a recuperação dos músculos após os exercícios.</p>
<p>As isoflavonas na proteína de soja produzem efeitos antioxidantes, que podem ajudar a diminuir a dor e inflamação e favorecer o retorno dos atletas ao treinamento mais rapidamente. A proteína de soja da marca NUTRISOY contém um nível garantido de isoflavonas para assegurar que os consumidores estejam obtendo os maiores benefícios de recuperação.</p>
<p>Câncer, pesquisado desde 1991: Os cientistas estão investigando muitos efeitos benéficos em potencial do consumo da proteína de soja com isoflavonas e outros componentes bioativos.</p>
<p>Por exemplo, evidências recentes sugerem que vários compostos bioativos na soja, como isoflavonas, podem ajudar a reduzir o risco de certos cânceres. Recentes estudos com animais também apóiam essa teoria.</p>
<p>Saúde da Mulher, pesquisada desde 1992: O consumo de uma dieta rica em proteína de soja confere vários benefícios para a saúde que são específicos para as necessidades da mulher.</p>
<p>Tal dieta pode aliviar certos sintomas associados à menopausa, ajudar a reduzir o risco de câncer da mama, promover saúde cardíaca e manter a saúde dos os</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><em><span><span class="textopadrao" style="font-size: x-small;">Fonte:</span></span> <span class="texto">Solae Alimentos do Brasil</span></em></td>
</tr>
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		<title>SOJA:</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 00:03:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nutrisoy</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>

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Há um dito popular que afirma: “você é o que você come”. A cada dia podemos comprovar que ele é verdadeiro. Hábitos alimentares inadequados estão diretamente associados a diferentes doenças como câncer, diabetes, osteoporose e doenças cardiovasculares.
Em contrapartida, dietas ricas em fibras e com baixos teores de gorduras, aliadas a um estilo de vida saudável, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="100%">
<tbody>
<tr valign="top">
<td class="textopadrao">Há um dito popular que afirma: “você é o que você come”. A cada dia podemos comprovar que ele é verdadeiro. Hábitos alimentares inadequados estão diretamente associados a diferentes doenças como câncer, diabetes, osteoporose e doenças cardiovasculares.</p>
<p>Em contrapartida, dietas ricas em fibras e com baixos teores de gorduras, aliadas a um estilo de vida saudável, protegem o organismo humano de várias doenças. A soja e seus derivados têm importante participação nesse quadro, pois se constituem num excelente “coquetel” nutricional, sendo ricos em proteínas de alta qualidade e contendo minerais.</p>
<p>Assim como vários grãos, a soja contém fitatos, compostos ricos em fósforo e que podem ser considerados antinutricionais, porque diminuem a absorção de minerais como cobre, zinco, cobalto, manganês, ferro e cálcio. No entanto, o feijão consumido fartamente no Brasil, possui maior conteúdo de fitatos que a soja (1,5% para a soja, 2,5% para o feijão).</p>
<p>Por outro lado, alguns estudos têm mostrado a ação benéfica dos fitatos à saúde, pois a retirada do excesso de ferro do organismo pode exercer efeito protetor contra o câncer, doenças cardiovasculares e, talvez, contra o desenvolvimento de diabetes e artrite.</p>
<p>O Simpósio Internacional sobre o Papel da Soja na Prevenção e Tratamento de Doenças Crônicas e Degenerativas é realizado desde 1994, a cada dois anos. A cada edição desse evento, são apresentados, em média, 100 trabalhos científicos escritos por médicos, bioquímicos, nutricionistas e outros profissionais da área da saúde.</p>
<p>Esses trabalhos têm sido publicados periodicamente no The Journal of Food Nutrition, uma publicação oficial da Sociedade Americana de Ciências da Nutrição.</p>
<p>Além dessa publicação, inúmeros trabalhos sobre o papel da soja na redução dos riscos de diversas doenças crônicas e degenerativas têm sido publicados, comprovando a ação da soja na melhoria da qualidade de vida e na manutenção da saúde.</p>
<p>No Brasil, vários trabalhos científicos nessa área estão sendo conduzidos por renomadas instituições de ensino e/ou pesquisa, como:</p>
<p>Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo, Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), Faculdade de Medicina da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, no Espirito Santo, Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade de Campinas (UNICAMP), Faculdade de Medicina da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” de Piracicaba (ESALQ/USP), Faculdade de Enfermagem e Nutrição da Universidade Federal do Mato Grosso, Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, entre outras.</p>
<p>A Embrapa Soja, embora não tenha por missão desenvolver estudos na área médica e/ou de nutrição, tem trabalhado em parceria com algumas dessas instituições, fornecendo soja em grão, hipocótilo ou farinha para realização dos estudos citados.</p>
<p>Também tem acompanhado de perto os resultados obtidos em todo o mundo, inclusive através do envio de pesquisadores para participação dos simpósios internacionais citados.</p>
<p>Doenças cardiovasculares - As doenças cardiovasculares ainda lideram as estatísticas de causa mortis no mundo. Diversas pesquisas realizadas e divulgadas pela Associação Americana do Coração (American Heart Association-AHA) têm relacionado a redução das elevadas taxas de colesterol sangüíneo com a ingestão de proteínas de soja, em pacientes portadores desse problema e, que passaram a utilizar a soja em sua dieta diária.</p>
<p>Pacientes acompanhados, durante quatro semanas, por médicos da AHA e, que tiveram suas dietas adicionadas apenas de proteínas de soja, sem nenhuma outra alteração, apresentaram redução de 33% nos seus níveis de LDL-colesterol (o chamado “mau colesterol”).</p>
<p>Assim, a introdução de uma pequena quantidade de proteínas de soja, cerca de 20g, ou seja, o equivalente a 50g de grãos, na dieta pode ajudar na redução dos níveis sangüíneos do colesterol total e do LDL-colesterol prevenindo, portanto, diversas doenças cardiovasculares, como a arteriosclerose e o infarto do miocárdio.</p>
<p>Câncer - Encontro médico promovido pelo National Cancer Institute (Instituto Nacional do Câncer), nos EUA, resultou na elaboração de um documento que aponta, pelo menos, cinco compostos presentes na soja e em seus derivados que possuem ação anticancerígena.</p>
<p>A genisteína é um dos compostos que atua na prevenção de diversos tipos de câncer. Para que os tumores aumentem de tamanho, o organismo desenvolve novos vasos sangüíneos. Segundo pesquisadores de diferentes centros internacionais de pesquisa, a genisteína inibe a formação desses vasos e, conseqüentemente, pode inibir o desenvolvimento dos tumores cancerígenos.</p>
<p>Pesquisas realizadas no Japão, China e Estados Unidos mostraram que a ingestão diária de, por exemplo, 100g de tofu (“queijo” de soja) ou um copo de extrato de soja (“leite”de soja), reduzem os riscos de câncer de cólon e reto em 50%.</p>
<p>Pesquisas conduzidas em diferentes países da Europa, nos Estados Unidos e Japão mostraram que a adição de soja na dieta diminuiu em 40% a incidência de tumor mamário. Estudo realizado em Singapura mostrou uma redução de 50% nos riscos de câncer de mama em mulheres que consumiam regularmente alimentos à base de soja.</p>
<p>Há evidências de que a soja e seus derivados possuem também uma ação preventiva quanto aos riscos de câncer de estômago e pulmão.</p>
<p>Osteoporose - Por ocasião da meia idade, a maioria dos seres humanos começa a perder mais cálcio do que é capaz de absorver. Exames laboratoriais de densitometria óssea têm demonstrado que o consumo de soja retarda não somente as perdas ósseas relacionadas com a idade, mas também reduz significativamente a perda óssea total.</p>
<p>Diabetes - As fibras da soja, que ajudam no controle do colesterol, também exercem importante papel na regulação dos níveis de glicose no sangue.</p>
<p>As fibras dietéticas presentes na soja fazem com que os nutrientes da dieta penetrem com menor velocidade na corrente sangüínea, fazendo, assim, com que os níveis de glicose também aumentem mais lentamente.</p>
<p>Portanto, pacientes que controlam a doença com dieta ou medicação e, além disso, consomem soja, têm mais chances de regular os níveis de glicose no Sangue - Parafraseando o ditado, “não só de soja vive o homem” e, portanto, um único alimento não impedirá a manifestação destas doenças.</p>
<p>Mas a adição desse grão - “sagrado” para os chineses - à dieta, em conjunto com um estilo saudável de vida, certamente promoverá melhoria na qualidade de vida e redução de riscos de uma série de doenças</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><em><span><span class="textopadrao" style="font-size: x-small;">Fonte:</span></span> <span class="texto">Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa</span></em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>A Soja e a Saúde Humana</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 23:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nutrisoy</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>

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O PRAZER DE COMER BEM E CUIDAR DA SAÚDE
Domesticada pelos chineses há mais de cinco mil anos, a soja é um dos alimentos mais completos e versáteis que o homem conhece. Considerada um alimento funcional, fornece nutrientes ao organismo e traz benefícios para saúde.
A soja é rica em proteínas, possui isoflavonas e ácidos graxos insaturados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="100%">
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<td class="textopadrao">O PRAZER DE COMER BEM E CUIDAR DA SAÚDE</p>
<p>Domesticada pelos chineses há mais de cinco mil anos, a soja é um dos alimentos mais completos e versáteis que o homem conhece. Considerada um alimento funcional, fornece nutrientes ao organismo e traz benefícios para saúde.</p>
<p>A soja é rica em proteínas, possui isoflavonas e ácidos graxos insaturados que têm ação na prevenção de doenças crônico-degenerativas. Também é uma excelente fonte de minerais como ferro, potássio, fósforo, cálcio e vitaminas do complexo B.</p>
<p>São inúmeras as pesquisas realizadas na área médica no Japão, China, nos Estados Unidos, Europa e Brasil que comprovam os benefícios da soja na prevenção de doenças crônicas.</p>
<p>Entretanto, um único alimento não é capaz de prevenir sozinho o aparecimento de doenças. O consumo de um alimento funcional, aliado a uma dieta saudável e outros hábitos como a prática de esportes são importantes passos para a manutenção da saúde.</p>
<p>Veja abaixo como a soja atua na manutenção da saúde:</p>
<p>PREVENÇÃO DO CÂNCER</p>
<p>Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado de células que invadem tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outros órgãos.</p>
<p>Dividindo-se de maneira incontrolada, essas células determinam a formação de tumores ou neoplasias malignas.As causas do câncer podem ser externas ou internas ao organismo, estando ambas inter-relacionadas.</p>
<p>As causas internas são, na maioria das vezes, determinadas geneticamente e estão ligadas à capacidade do organismo de se defender das agressões externas.</p>
<p>Do total de casos, 80% a 90% dos canceres estão associados a fatores ambientais. Alguns deles são bem conhecidos: o cigarro pode causar câncer de pulmão, a exposição excessiva ao sol pode causar câncer de pele e alguns vírus podem causar leucemia.</p>
<p>Outros fatores ainda estão em estudo, tais como alguns componentes alimentares.Estudos realizados no Japão e na China, países cujas populações utilizam regularmente a soja em sua dieta alimentar, mostraram reduzidos índices de doenças coronárias, de câncer de mama e de próstata, quando comparados aos dos países onde a soja é pouco utilizada na alimentação humana.</p>
<p>Entretanto, constatou-se que nos descendentes de japoneses, que emigraram para o Ocidente e, conseqüentemente, adotaram novos hábitos alimentares onde a soja não está presente, o índice de câncer nas gerações subseqüentes se igualava aos índices da população dos países para onde emigraram.</p>
<p>A partir dessas observações, vários estudos foram realizados sobre os possíveis efeitos da soja na prevenção e no tratamento de alguns tipos de câncer, principalmente, aqueles relacionados com deficiência hormonal, como câncer de mama e de colo de útero. Além desses, a soja possui efeitos benéficos nos canceres de próstata, bexiga e intestino, dentre outros.</p>
<p>As isoflavonas são apontadas como os principais compostos presentes na soja capazes de inibir e prevenir o aparecimento de vários tipos de câncer. Além das isoflavonas, outras substâncias, também presentes nos grãos de soja, auxiliam na prevenção e no controle de alguns tipos de câncer. Dentre esses compostos, estão os inibidores de proteases (inibidores de tripsina), as saponinas e o aminoácido metionina.</p>
<p>A eficácia da soja na prevenção e no tratamento do câncer depende do tipo de câncer, do agente causal e da fase de desenvolvimento da doença. Além disso, é possível haver variações na eficácia da resposta, em função das características do paciente.</p>
<p>Apesar das evidências dos benefícios da soja na prevenção e no controle do câncer, a comunidade científica ainda não conseguiu estabelecer claramente os mecanismos fisiológicos de atuação e ação preventiva dos compostos da soja.</p>
<p>Os estudos a respeito dos efeitos protetores dos compostos presentes na soja em relação ao câncer são relativamente recentes. Para se estabelecer o efeito de qualquer alimento na prevenção e no controle de doenças crônicas são necessários vários anos de pesquisa.</p>
<p>Entretanto, já foram encontrados resultados significativos em experimentos com animais que ingeriram uma dieta com soja ou seus derivados. Em alguns estudos, a ingestão da soja, aliada ao tratamento médico, promoveu 100% de proteção contra o surgimento de tumores de mama em ratas submetidas a agentes carcinogênicos.</p>
<p>Em doenças crônicas, a prevenção é o melhor tratamento. A ingestão diária da soja e seus derivados, auxilia nessa prevenção.</p>
<p>PREVENÇÃO DAS DOENÇAS CARDIOVASCULARES</p>
<p>Nas pesquisas realizadas nos Estados Unidos, Europa e Japão concluiu-se que as proteínas de origem vegetal são mais benéficas à saúde do que as de origem animal. Atuam diminuindo o colesterol sangüíneo total e o LDL-colesterol, popularmente conhecido como &#8220;mau&#8221; colesterol.</p>
<p>A soja apresenta uma série de vantagens em relação às outras fontes de proteína vegetal. Possui elevado teor de proteínas (38% a 42%) de baixo custo e de excelente qualidade, como também as isoflavonas, que auxiliam na redução do colesterol sangüíneo.</p>
<p>A ingestão diária de 25 g de proteína da soja reduz acentuadamente o colesterol total num período de, aproximadamente, três semanas. Essa ingestão diária de proteínas da soja pode reduzir em até 30% os níveis do chamado &#8220;mau&#8221; colesterol (LDL), ao mesmo tempo em que ocorre um estímulo para a produção do &#8220;bom&#8221; colesterol (HDL).</p>
<p>A redução pode ocorrer pelo aumento da excreção de sais biliares pelas fezes, principal forma de eliminação do colesterol, ou pelo aumento no metabolismo do colesterol, para compensar o aumento na eliminação de sais biliares.</p>
<p>Além disso, o consumo de soja diminui a relação insulina: glucagon, hormônios que estão envolvidos no metabolismo do colesterol.<br />
A Federação Mundial de Cardiologia confirma que o consumo diário de 25 gramas de proteína de soja faz bem ao coração, controlando os níveis de colesterol e, assim, prevenindo doenças crônicas.</p>
<p>A soja também é fonte de ácidos graxos essenciais que, aliados às isoflavonas, atuam de maneira protetora sobre a camada interna que recobre as artérias, prevenindo a arteriosclerose e a trombose, que são processos de obstrução das artérias.</p>
<p>PREVENÇÃO DA TENSÃO PRÉ-MENSTRUAL (TPM) E DO CLIMATÉRIO (MENOPAUSA)</p>
<p>A tensão pré-menstrual e o climatério, que ocorrem nas mulheres, são causados por alterações hormonais, principalmente no nível de estrógeno no sangue.</p>
<p>As mulheres em fase de pré-menopausa e menopausa podem se beneficiar de uma dieta com ingestão diária de soja, por ser esta rica em isoflavonas.<br />
As isoflavonas são fitoestrógenos com estrutura química bastante semelhante à do estrógeno.</p>
<p>Entretanto, apresentam baixíssima atividade hormonal em humanos.As taxas de estrógeno sangüíneo diminuem bastante durante o ciclo menstrual, causando a tensão pré-menstrual .</p>
<p>No climatério, essas taxas hormonais também são bastante reduzidas, surgindo problemas como ondas de calor, sudorese, pele seca, podendo até surgir a osteoporose.</p>
<p>Como as isoflavonas são estruturalmente semelhantes ao estrógeno, ligam-se aos receptores estrogênicos das células evitando o surgimento dos sintomas indesejáveis da tensão pré-menstrual e do climatério.</p>
<p>As isoflavonas, atuando como hormônios, apresentam a vantagem de não causar efeitos colaterais, como aqueles observados em pacientes usuários de hormônios sintéticos. Apesar da semelhança com o estrógeno sintético, a atividade das isoflavonas é cerca de 100 mil vezes mais fraca do que a atividade destes.</p>
<p>Estudos realizados pela equipe da Disciplina de Ginecologia e Climatério da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo, com o apoio da Embrapa Soja, revelaram efeitos benéficos das isoflavonas, presentes na soja, nas pacientes em fases de menopausa e pós-menopausa.</p>
<p>Em 1999, o ginecologista Kyung Koo Han e colaboradores realizaram estudos em 80 mulheres que apresentavam sintomas clínicos e laboratoriais de climatério.</p>
<p>Essas pacientes foram subdivididas em dois grupos de 40 participantes cada, onde o primeiro recebeu doses diárias de 100 mg de isoflavonas e o segundo recebeu apenas placebo.</p>
<p>Avaliações clínicas em 80% das mulheres do primeiro grupo mostraram melhoras nos sintomas indesejáveis da menopausa, enquanto que, no segundo grupo que recebeu o placebo, apenas 12,5% da mulheres apresentaram resultados positivos.</p>
<p>Os níveis de colesterol sangüíneo também diminuíram em 35 pacientes do primeiro grupo, o que corresponde a 87,5%, enquanto no segundo grupo, essa diminuição foi de apenas 32,5%, com conseqüente aumento do HDL e redução do LDL.</p>
<p>PREVENÇÃO DA OSTEOPOROSE</p>
<p>A osteoporose é a diminuição da quantidade de massa óssea no corpo, enfraquecendo os ossos, possibilitando sua quebra. Anualmente, as mulheres perdem de 0,3% a 0,5% de massa óssea, e nos primeiros anos da menopausa, chegam a perder até 3% de massa óssea por ano.</p>
<p>Os níveis de estrógeno no sangue diminuem acentuadamente após a menopausa, aumentando assim, o risco da mulher desenvolver a osteoporose. A administração de hormônios sintéticos ou das isoflavonas, presentes na soja, bem como de cálcio, ajudam na prevenção da osteoporose.</p>
<p>Além da reposição hormonal, exercícios físicos, como correr, andar, nadar, e alongamento auxiliam na prevenção e cura dessa doença. A alimentação também é importante, assim sendo, a ingestão de alimentos ricos em cálcio, como as verduras, o leite e seus derivados, e a soja, auxiliam na prevenção da osteoporose.</p>
<p>O conteúdo de cálcio na soja é superior aquele encontrado em outras sementes, apesar da presença de fitatos e oxalatos, que interferem na biodisponibilidade desse mineral.</p>
<p>Uma porção de tofu ou &#8220;queijo&#8221; de soja, que produzido a partir do &#8220;leite&#8221; de soja coagulado com sais de cálcio (cloreto de cálcio e/ou sulfato de cálcio) fornece a mesma quantidade de cálcio biodisponível do que àquela contida em um copo de leite de vaca.</p>
<p>Pesquisadores da Universidade de Purdue - USA concluíram, que em experimentos com animais, as proteínas e as isoflavonas da soja alteram favoravelmente o metabolismo do cálcio para a formação da matriz óssea e, também, apresentam um efeito protetor contra as perdas de cálcio.</p>
<p>Experimentos com humanos também estão sendo conduzidos.</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><em><span><span class="textopadrao" style="font-size: x-small;">Fonte:</span></span> <span class="texto">Empresa Brasileira de Pesquisa Agro Pecuária - Embrapa Soja</span> </em></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td colspan="2" height="4"><em><img src="http://www.nutrisoy.com.br/site/wp-admin/img/nada.gif" alt="" width="1" height="3" /></em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		</item>
		<item>
		<title>O Poder da Soja</title>
		<link>http://www.nutrisoy.com.br/site/?p=280</link>
		<comments>http://www.nutrisoy.com.br/site/?p=280#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 23:55:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nutrisoy</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>

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Este ano o Brasil deverá ocupar o primeiro lugar no ranking internacionalde exportação de soja, ultrapassando a tradicional liderança americana.
Há anos o país ocupa a segunda posição na produção mundial e, na última safra, bateu o recorde com 49,6 milhões de toneladas colhidas, um crescimento de 18,5 % em relação ao ano anterior. Os bons [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="100%">
<tbody>
<tr valign="top">
<td class="textopadrao">Este ano o Brasil deverá ocupar o primeiro lugar no ranking internacionalde exportação de soja, ultrapassando a tradicional liderança americana.</p>
<p>Há anos o país ocupa a segunda posição na produção mundial e, na última safra, bateu o recorde com 49,6 milhões de toneladas colhidas, um crescimento de 18,5 % em relação ao ano anterior. Os bons números da agricultura vêm, aos poucos, se repetindo na mesa do consumidor.</p>
<p>O grão, antes usado quase exclusivamente na alimentação animal e rejeitado pelo gosto esquisito, hoje é encontrado em sucos, bolos, pães e até trufas.</p>
<p>Estudo feito há dois anos pelo Departamento de Ginecologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) com 80 mulheres mostrou que 100 mg diários de isoflavona podem reduzir em até 40% os fogachos, um dos principais sintomas que afetam as mulheres acima de 50 anos.</p>
<p>De acordo com Mauro Haidar, um dos coordenadores da pesquisa, como as voluntárias foram acompanhadas por apenas quatro meses, é possível que essa redução seja ainda maior.</p>
<p>- Os estudos vêm mostrando que a soja surte efeito a longo prazo. Enquanto a resposta aos hormônios sintéticos vem em duas ou três semanas, o organismo pode levar meses para assimilar os benefícios das isoflavonas. Por isso, o ideal é consumir a soja desde cedo, antes mesmo de a mulher entrar na menopausa - diz Haidar.</p>
<p>Com as descobertas, pipocam novos lançamentos à base do grão e cursos que ensinam a fazer da leguminosa ingrediente essencial na cozinha.</p>
<p>Nas aulas são ensinados macetes, como a fervura do grão por cinco minutos antes de usa-lo em qualquer rceita. A dica é fundamental para garantir o sabor da comida.</p>
<p>Em contato com a água fria, uma enzima chamada lipoxigenase é ativada, conferindo à soja o gosto estranho que fez com que ela tenha sido tão rejeitada no passado.</td>
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<tr valign="top">
<td><em><span><span class="textopadrao" style="font-size: x-small;">Fonte:</span></span> <span class="texto">Jornal do Brasil - Danielle Nogueira</span> </em></td>
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		<title>Estudo sobre menopausa aprova Soja</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 23:53:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nutrisoy</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>

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Estudo realizado pelo departamento de Ginecologia do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo concluiu que um alimento à base de isolado protéico da soja é tão eficaz no combate aos sintomas da menopausa quanto a terapia de reposição hormonal (TRH) clássica.
O ensaio clínico, que durou 16 semanas, foi feito com 98 mulheres saudáveis, [...]]]></description>
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<tr valign="top">
<td class="textopadrao">Estudo realizado pelo departamento de Ginecologia do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo concluiu que um alimento à base de isolado protéico da soja é tão eficaz no combate aos sintomas da menopausa quanto a terapia de reposição hormonal (TRH) clássica.</p>
<p>O ensaio clínico, que durou 16 semanas, foi feito com 98 mulheres saudáveis, com queixas de sintomas do climatério, que foram divididas em dois grupos.</p>
<p>Um deles tomou um repositor hormonal em comprimido, empregado na THR. O outro recebeu duas doses diárias de 30 g do alimento à base de isolado protéico da soja, mais cálcio.</p>
<p>Os resultados foram apresentados ontem. &#8220;Os grupos apresentaram efeitos benéfico significativos idênticos. Os resultados mostraram que se trata de alternativa adequada para um grupo importante de mulheres.&#8221;</p>
<p>Nesse grupo estariam as mulheres com histórico de câncer, as que temem ou evitam tomar hormônios, as mais idosas e aquelas que interromperam ou querem interromper a terapia clássica.</p>
<p>A pesquisa avaliou os onze sintomas da menopausa que constam do índice de Kuppermann, referência internacional para esse tipo de estudo. Nos dois grupos, houve uma redução de 70% no nível geral de intensidade dos sintomas.</p>
<p>&#8220;O estudo mostrou que a soja tem um lugar na terapêutica dos sintomas da menopausa&#8221;, disse a pesquisadora. O alimento pesquisado foi desenvolvido numa parceria entre a Esalq (Escola de Agronomia da USP de Piracicaba) e a Fugesp (Fundação para o estudo da Nutrição e Gastroenterologia).</p>
<p>O alimento já está sendo comercializado, assim como outros à base de fitormônios que vêm sendo testados no HC e outras instituições universitárias do país. &#8220;O objetivo é pesquisar aquilo que a população está consumindo&#8221;, diz Esther Laudanna, nutróloga do HC, médica da Fugesp e uma das pesquisadoras.</p>
<p>&#8220;Consulte seu médico&#8221;<br />
&#8220;É uma boa notícia para as mulheres e para o Brasil, que tem soja de sobra&#8221;, disse José Aristodemo Pinotti, titular de ginecologia, diretor do serviço de ginecologia do HC e que orientou a pesquisa.</p>
<p>Segundo ele, os conceitos de uso da TRH mudaram e exigem atenção individualizada, como salienta Ângela Maggio. &#8220;Consultar o médico é fundamental&#8221;.<br />
Pinotti lembra que a próxima fase será o estudo dos efeitos do isolado protéico da soja nos problemas cardíacos, na osteoporose e no câncer.</p>
<p>O ginecologista Cesra Eduardo Fernandes, presidente da Sociedade Brasileira de Climatério (Sobrac) disse que sua entidade reconhece os efeitos positivos dos fitormônios na sintomatologia da menopausa.</p>
<p>&#8220;Mas a longo prazo, esses efeitos costumam ser menores que a terapêutica clássica&#8221;, diz.<br />
Esta posição constará do consenso que a Sobrac divulga no 5º Congresso Brasileiro de Climatério e Menopausa que acontece nos dias 5 a 7, em São Paulo.</p>
<p>Fernandes diz que há necessidade de estudos mais longos do tipo duplo-cego, quando nem pesquisador nem paciente sabem quem e o que está tomando.</p>
<p>Informações para leigos e médicos podem ser obtidas pelo telefone 0800-554414</td>
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<td><em><span><span class="textopadrao" style="font-size: x-small;">Fonte:</span></span> <span class="texto">Folha de São Paulo - Aureliano Bicarelli</span></em></td>
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